ANA MARY
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2017-04-15 00:00:04
A Suficiente Justiça de Cristo
“Mas agora se manifestou, sem a lei, a justiça de Deus, tendo o testemunho da lei e dos profetas, isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo, para todos e sobre todos os que crêem; porque não há diferença.” Romanos 3:21, 22.

 

O que é justificação pela fé? É a acção de Deus abatendo até ao pó a glória do homem, e fazendo por ele aquilo que não está na sua capacidade fazer por si mesmo. Quando o homem se apercebe da sua completa incapacidade, então está preparado para ser vestido com a justiça de Cristo. Sp. T., Sér. A, nº. 9, pág. 62.

Aqueles a quem o Céu considera santos, são os últimos a alardear a sua própria bondade. O apóstolo Pedro tornou-se fiel servo de Cristo e foi grandemente honrado com luz e poder divinos; e tomou parte activa na edificação da igreja de Cristo; entretanto, Pedro nunca mais se esqueceu da tremenda experiência da sua humilhação. O seu pecado foi perdoado. Contudo bem sabia que unicamente a graça de Cristo lhe podia valer naquela fraqueza de carácter que ocasionou a sua queda. Em si mesmo não encontrava nada de que se gloriar.

Nunca nenhum dos apóstolos e profetas pretendeu estar isento do pecado. Homens que viveram mais chegados a Deus, homens que preferiram sacrificar a vida em vez de cometer conscientemente uma acção injusta, homens a quem Deus honrou com luz e poder divinos, confessaram a sua natural condição de pecadores. Nunca confiaram na carne, nunca pretenderam ser justos em si mesmos, mas confiaram inteiramente na justiça de Cristo. O mesmo se dará com todos os que contemplam Cristo. PJ, pág. 160.

A justiça de Cristo – tão pura como a pérola branca – não possui defeito algum, mancha alguma, culpa alguma. Esta justiça pode ser nossa. RH, 8-8-1899.

O conceito de que a justiça de Cristo nos é imputada sem que haja qualquer mérito da nossa parte, mas como um dom gratuito de Deus, é um precioso conceito. O inimigo de Deus e do homem procura impedir que esta verdade seja apresentada com clareza, porque sabe que se os homens a receberem plenamente, o seu poder será destruído. OE, pág. 103 (edição 1893).

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